PS Moita

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Stand das Festas da Moita

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O Secretariado da Comissão Política da Moita do Partido Socialista reuniu na 2ª feira, dia 23 de Agosto de 2010, tendo em vista, prioritariamente, preparar a sua presença nas Festas da Moita do presente ano. A sua última reunião tinha sido realizada em 12 de Julho.

Ainda assim, o Secretariado da Comissão Política da Moita do Partido Socialista não quer deixar de tornar claro que considera relevante a actividade desenvolvida desde que foi eleito, quer no âmbito do funcionamento das várias estruturas partidárias a que se encontra associado, quer seja nos eventos que organizou ou que acompanhou.

Na sequência da reunião de 23 de Agosto, aproveita o Secretariado da Comissão Política Concelhia para convidar os militantes a estarem presentes no Stand das Festas da Moita do nosso Partido, o PARTIDO SOCIALISTA.

Numa perspectiva de afirmação do PS, todos os militantes deverão “trazer um amigo também”.

O Secretariado da Comissão Política Concelhia da Moita do Partido Socialista

 

No sábado 29 de Maio de 2010, realizou-se uma festa-convívio socialista no Parque de Merendas da Zona C do Vale da Amoreira

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Os autarcas eleitos pelo Partido Socialista à Assembleia de Freguesia do Vale da Amoreira  organizaram no  sábado, dia 29 de Maio de 2010, um convívio socialista no Parque de Merendas da Zona C do Vale da Amoreira (traseiras do Centro Comercial das Fontainhas).

O convívio incluíu um churrasco de Febras e Sardinhas pelas 13h e foi antecedido por uma visita pelo Vale da Amoreira com início às 10h, tendo estado presentes entre muitos outros camaradas, o presidente da federação de Setúbal do PS, Vítor Ramalho, a deputada da AR, a moitense Euridice Pereira, o presidente da CPC Manuel Borges, o líder da nossa vereação na câmara António Duro e o líder da nossa bancada na assembleia de freguesia do Vale da Amoreira José Pedro Pereira. Foi dada especial relevancia na visita às obras que o governo do PS tem promovido na freguesia, nomeadamente atráves da iniciativa "Bairros Críticos".

O camarada Vítor Ramalho referiu-se em termos gerais à preocupação pela situação do país e a grave crise económica que a europa e naturalmente as consequências para o nosso país, mas também à confiança na capacidade dos portugueses em geral e das populações do distrito em dar a volta à mesma. Referiu também que o PS neste distrito vai conseguir alterar a correlação de forças em vários concelhos e, neste da Moita, apesar de ser difícil pelas algumas características muito próprias, mas também acredita numa vitória socialista pois vê aqui mobilização e capacidade dos nossos dirigentes locais, e que a subida alcançada nas últimas autárquicas não pode ser menorizada, com a subida alcançada para 3 vereadores e o reforço nalgumas freguesias,  que indicia confiança e estabilidade do eleitorado no nosso partido, eleitorado que deseja, sente-se e vê-se, a mudança neste concelho.

Manuel Borges referiu a dinâmica da equipa socialista do Vale da Amoreira, manifestou confiança que as grandes obras infra-estruturantes previstas pelo governo socialista para a região são fundamentais para a mesma e o país, e vão mesmo avançar, apesar de terem sido um pouco adiadas pois não existe no momento o financiamento necessário para estes projectos na banca internacional. Mais disse que os tempos que se avizinham são de luta, são difíceis, e que os socialistas do concelho da Moita têm que estar mais do que nunca unidos no essencial e não se desgastarem ou perderem em lutas de interesses pessoais mesquinhas e egoístas. Mais disse que era muito importante os socialistas discutirem sem tabus os gandes temas do país entre si. Discutir política é preciso disse, a política faz parte da vida e condiciona a vida de todos, incluindo os cidadãos que não a queiram discutir ou participar, pois com isso também fazem ou condicionam a polítíca.

Após as palavras dos responsáveis citados e do camarada Matos, iniciaram os camaradas e amigos presentes a participação no churrasco popular que foi da responsabilidade, mais uma vez, do Sr. Matos e da sua equipa de moradores e amigos da Zona C das Fontaínhas do Vale da Amoreira, e que sublinhou ter todo o gosto em que todos presentes, à sombra das frondosas árvores do parque de merendas, degustassem em clima de grande amizade e complicidade democrata, uma sardinhada, febras, e outros petiscos e acepipes.

Terminou o almoço quando já passava das 18 horas. Foi mais uma grande festa e contrinuiu para a nossa união, força e amizade.

A luta pela mudança neste concelho continua e faz-se também de intervenção, de visitas e contacto directo com as populações, e com as nossas festas.  

 

Actualizado em Domingo, 30 Maio 2010 20:53
 

Declaração de voto dos Vereadores do PS sobre o Relatório e Contas 2009

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Declaração de voto dos Vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal da Moita sobre o Relatório e Contas de 2009


Dissemos na altura da votação das Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2009 que as mesmas  estavam em linha com o modelo de desenvolvimento assumido pela CDU, desde há mais de três décadas. Que o mesmo persistia num modelo sem estratégia de efectivo e eficaz desenvolvimento, que continuava a acentuar as assimetrias do Concelho, baseado nas evidentes desigualdades da distribuição dos investimentos e claros contrastes no quotidiano das oportunidades.

Mais dissemos então, que não podíamos continuar a pensar ser possível a criação de qualquer tipo de consensos no sentido de reequacionar o nosso território, transformando-o num Concelho de Excelência, pois, entendíamos e entendemos, que a CDU não pretendia, e não dá sinais de pretender, avançar nesse sentido. E nunca a maioria da CDU quis partilhar as ideias e a gestão do município com a oposição e discuti-las connosco. Apresenta-nos sempre as mesmas como facto consumado para votação apenas.

O documento apresentado reflecte, mais uma vez, uma pobreza de desenvolvimento mínimo, de cumprimento apenas naquilo que não podem os munícipes fugir de pagar, de elevada despesa corrente com os seus recursos internos, que quase consomem as receitas correntes sem mais valias evidentes para a população do concelho, e dos “serviços mínimos” que uma câmara tem que prestar aos seus munícipes, na continuidade pois da inexistência de verdadeiras medidas estruturantes para o relançamento da economia local e de implementação da tão reclamada dinâmica e competitividade ao Concelho.

Por último e mais uma vez lá vem a habitual venda de solo, incluindo as garagens do mercado municipal da Moita, que correspondem a um valor muito significativo do total estimado das receitas de capital, e que como esperado e dito por nós, continuam a não ter sido minimamente cumpridos, o que mostra a justeza das nossas críticas então.
O Orçamento e Plano não era uma vez mais realista e exequível.

O nosso voto não pode ser o de como se fossemos contabilistas ou um qualquer conselho fiscal que analise números e contas. O nosso voto é um voto politico, de quem não concorda com as opções políticas seguidas e não quer ser cúmplice de políticas erradas que mantêm este concelho na cauda da qualidade de vida e do desenvolvimento da Área Metropolitana de Lisboa.


Por tudo o exposto, para os Vereadores do Partido Socialista, o seu voto não pode ser outro senão o de ser contra este Relatório e Contas de 2009.

 

Os Vereadores do Partido Socialista na CMM

Actualizado em Domingo, 02 Maio 2010 21:10
 

Declaração de voto da bancada do Partido Socialista na Assembleia Municipal da Moita sobre o Relatório e Contas de 2009 da Câmara Municipal

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Declaração de voto da bancada do Partido Socialista na Assembleia Municipal da Moita sobre o Relatório e Contas de 2009 da Câmara Municipal

Os eleitos do Partido Socialista na Assembleia Municipal da Moita  no momento da  votação das Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2009, afirmaram que aqueles documentos   estavam em linha com o modelo de desenvolvimento assumido pela CDU para o concelho da Moita desde há mais de três décadas. Um modelo assente na ausência de uma verdadeira estratégia de efectivo e eficaz desenvolvimento, que continuava a acentuar as assimetrias do Concelho, baseado nas evidentes desigualdades da distribuição dos investimentos e nos claros contrastes no quotidiano das oportunidades.

Mais dissemos, que dificilmente acharíamos possível a criação de qualquer tipo de consensos no sentido de reequacionar o nosso território, transformando-o num Concelho de Excelência, pois, entendíamos e entendemos, que a CDU não pretendia, e não dá sinais de pretender, avançar nesse sentido. Nunca a maioria da CDU quis partilhar as ideias e a gestão do município com a oposição e discuti-las connosco. Limita-se à apresentação das mesmas no momento da votação, como factos consumados.

O documento agora apresentado, reflecte uma vez mais, um paupérrimo desenvolvimento, cumprindo apenas naquilo a que os munícipes não podem deixar de pagar; uma elevada despesa corrente com os seus recursos internos,  que quase consomem as receitas correntes, sem que disso resultem mais valias evidentes para a população do concelho. Em resumo, limita-se ao cumprimento dos “serviços mínimos” que uma câmara tem de prestar aos seus munícipes, na continuidade da inexistência de verdadeiras medidas estruturantes que levem ao relançamento da economia local e da implementação da tão proclamada dinâmica e competitividade do Concelho.

Por último e mais uma vez, verifica-se que a habitual rubrica de receita de venda de solo, num valor muito significativo do total estimado das receitas de capital, não se concretiza, ilustrando a justeza das nossas críticas então efectuadas.
O Orçamento e o Plano não foram uma vez mais  realistas e exequíveis.
Assim, o voto da bancada do Partido Socialista nesta Assembleia, não poder ser o resultado de uma mera análise de deve e haver, sobre o Relatório e Contas do exercício de 2009 desta Câmara de maioria e exclusiva responsabilidade da CDU. O nosso voto é um voto politico, de quem não concorda com as opções seguidas e não quer ser cúmplice de políticas erradas que mantêm este concelho na cauda da qualidade de vida e do desenvolvimento da Área Metropolitana de Lisboa, sobretudo quando comparado com os concelhos limítrofes, alguns deles sob  gestão da mesma força politica.
Por tudo o exposto, para os deputados do Partido Socialista nesta Assembleia Municipal, o seu voto não pode ser outro senão o de ser contra este Relatório e Contas de 2009.
 

Moita, 30 de Abril de 2010                                                   

Os deputados do PS na Assembleia Municipal da Moita

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Actualizado em Domingo, 02 Maio 2010 19:36
 


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