PS Moita

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte
DESTAQUE: Veja a secção PS Moita TV.
PS Moita

Atentado ambiental na Caldeira e Cais da Moita

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

Atentado ambiental na Caldeira e Cais da Moita 
 

Face ao grave atentado ambiental que há alguns meses se verifica na Caldeira e Cais da Moita, resultado de àguas altamente poluídas e contaminadas que ali chegam através do Rio da Moita, vereadores e membros do Partido Socialista na Assembleia Municipal questionaram directamente, no passado mês de Novembro, a Câmara Municipal através do vereador responsável do pelouro numa Sessão de Câmara e antes de uma sessão da Assembleia Municipal.

 

Na ocasião obtiveram como resposta tratar-se de um problema técnico na estação de tratamento de resíduos sólidos da Amarsul, mas que a mesma estaria a ser resolvida o que aconteceria no prazo de 2 a 3 semanas, com o correcto desvio destas água para a estação de tratamento Moita/Barreiro da Simarsul.

 

Passaram mais de 2 meses e o problema persiste, mantendo-se as àguas do Rio da Moita a chegarem negras e mal cheirosas, contaminando a Caldeira da Moita e as àguas do Tejo provocando danos nos recursos vivos e na vida marinha com consequentes riscos para a saúde humana e para o equilibrio ecológico.

 

De realçar ainda o comprometimento dos objectivos que levaram à construção do açude da caldeira da Moita que proporcionaria um espelho de àgua e um lugar aprazível em pleno centro da vila e no qual foram gastos alguns milhões de euros provenientes de fundos comunitários, do Governo Central, da Administração do Porto de Lisboa, bem ainda como do próprio Municipio.

 

Mais se interrogam os Moitenses, de que serve o sacrificio de pagarem mais 48 cêntimos em cada metro cúbico de àgua consumidos para suportar uma Estação de Tratamentos de Àguas Residuais e outras taxas para tratamentos de resíduos sólidos urbanos, para depois serem confrontados com este verdadeiro atentado ao ambiente.

 

Desta forma, tornando-se eco dos protestos da população moitense, o Partido Socialista vem denunciar a atitude deste “ encolher de ombros” do executivo CDU da Câmara Municipal da Moita face a este grave atentado à natureza e ao ambiente, que demonstra que desta forma, e como frequentemente temos vindo a afirmar, infelizmente, na Moita não se vive bem à beira Tejo.

  

Moita, 17 de Janeiro de 2012

   

Secretariado da Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista da Moita   

Actualizado em Sexta, 03 Fevereiro 2012 15:16
 

Voto contra de António Duro à proposta de Projecto de Regulamento Tarifário dos Serviços de abastecimento de água ...

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

 

Nota prévia:

Esta minha declaração havia sido formulada antes da discussão em reunião de câmara, e após ter enviado email para a câmara com as minhas propostas de alteração ao regulamento. Fi-lo de boa fé e numa perspectiva construtiva pensando sempre nos mais carenciados e também nos interesses da câmara.

Esta declaração ia no entanto preparada para o pior, para que nada do que propunha fosse atendido, especialmente no que tocava aos de mais baixo recursos, no limiar da pobreza. Assim infelizmente constatei e por isso votei contra e apresentei a esta declaração de voto.
Na altura pensava que o rendimento do salário mínimo nacional, para poder ser considerado como limite para o enquadramento dos agregados familiares em sede de IRS, era considerado per capita ou seja por média do rendimento desse agregado. Não, disseram-me depois, era TOTAL. Total signfica que só é considerado pela maioria dominante do executivo, os actuais 485 euros mensais para, por exemplo, 4 pessoas de um agregado familiar.
Esta família que dou exemplo ganhar no total 500 euros, 125 euros por cabeça, já não é contemplada pela tarifa social.  É incrivel não é? Mas é verdade, esta é a sensibilidade social da maioria do executivo  a tempo inteiro na câmara municipal da Moita.

Face a esta realidade, de que não é per capita (média por pessoa do agregado familiar), como a Recomendação do IRAR, consubstanciada em Dec.Lei propõe a isenção total das taxas fixas e que o limite para ser considerado como tarifa social pode ir até ao máximo de 2 salários mínimos nacionais, torno público que emendo a minha declaração de voto abaixo para o seguinte:

- Ser considerado abrangido pela tarifa social e isenção total das taxas fixas; até ao montante de 1 salário mínimo nacional se o agregado for de 1 pessoa; até ao montante máximo, 2 salários mínimos nacionais se o agragado for de 2 ou mais pessoas.

Isto é o mínimo que deve ser feito, face ao máximo que  Recomendação do IRAR permite.

Actualizado em Domingo, 30 Outubro 2011 16:56 Continuar...
 

Evento realizado sobre a localização das festas multiculturais

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

 Encontro/debate Sobre a localização das festas multiculturais realizado dia 15 Out na biblioteca do Vale da Amoreira


Os autarcas socialistas do Vale da Amoreira apresentaram, em alternativa ao actual espaço das festas multiculturais, um novo espaço, situado na urbanização NOPQ, no extremo sul da freguesia, junto a Vila Chã, para o qual os socialistas apontam como vantagens:

espaço urbanizado, amplo e plano; bons acessos e vias largas; bastante estacionamento; localização junto do Centro de Experimentação Artística; sem ruído incomodativo; e proximidade de freguesia vizinha.

Segundo estes camaradas socialistas, apesar do actual espaço das festas estar numa zona central, apresenta como desvantagens: a impossibilidade de expansão do espaço e das actividades; défice de espaço para divertimentos; constrangimentos de acesso ao recinto; insegurança; e incómodo do ruído numa zona habitacional.Esta questão da localização das Festas Multiculturais, na freguesia do Vale da Amoreira, foi discutida ontem, dia 15 de Outubro, no salão da Biblioteca Municipal local.

A discussão do tema “alternativas à localização das festas multiculturais do Vale da Amoreira” foi feita na base de um estudo elaborado e apresentado por Carlos Albino, jovem socialista da freguesia.

José Pedro Pereira, Autarca da Assembleia de Freguesia do Vale da Amoreira, dirigiu o debate, que contou com a participação de António Duro, Vereador da Câmara Municipal da Moita, e de Manuel Borges, Presidente da Comissão Politica Concelhia.O debate em si foi muito participado, com testemunhos de moradores nas imediações do local onde se realizam as festas, levantando essencialmente problemas de ruído, de insegurança e de falta de condições condignas para actividade religiosa das festas.

Actualizado em Domingo, 23 Outubro 2011 11:04 Continuar...
 

INICIATIVAS COMEMORATIVAS DO 4 E 5 DE OUTUBROS DE 1910 E HOMENAGEM A MANUEL LUIS BEJA

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
 

INICIATIVAS COMEMORATIVAS DO 4 E 5 DE OUTUBROS DE 1910 E HOMENAGEM A MANUEL LUIS BEJA 

O Secretariado da CPC do PS Moita promoverá no próximo dia 5 de Outubro um conjunto de iniciativas que têm como objectivo comemorar o 4 de Outubro de 1910 (hasteamento da bandeira republicana na Câmara Municipal da Moita), 5 de Outubro de 1910 (Implantação da República  em Portugal) e homenagear Manuel Luís Beja, o 1º socialista que presidiu no concelho da Moita a uma autarquia, a Junta de Freguesia da Moita, que  faleceu no dia 5 de Outubro de 2004.

Assim, o programa será o seguinte:

11h - Concentração junto à Sede do PS na Moita

11,30h - Hasteamento na Sede do PS Moita das Bandeiras Republicana e do PS

12h - Romagem de saudade ao cemitério do Pinhal do Forno, onde se encontra a sepultura de Manuel Luís Beja, com deposição de uma coroa de flores

13h - Almoço convívio de militantes, simpatizantes e autarcas do PS (em local a designar nos próximos dias, assim como o custo).

Agradece-se a todos os militantes, simpatizantes, autarcas e amigos do PS e/ou do saudoso Manuel Luís Beja, que se desejem associar a estas ou a alguma destas iniciativas, que contactem o secretariado da CPC para confirmarem a vossa presença nas iniciativas que vamos promover no próximo dia 5 de Outubro.

Actualizado em Domingo, 02 Outubro 2011 11:02
 


Página 1 de 6

Subscrever Newsletter



Receber em HTML?

Acesso a Militantes

Introduza o nº de militante como nome de utilizador.

Pesquisa


Galeria

This page require Adobe Flash 9.0 (or higher) plug in.

Notícias PS Nacional


Artigos de Opinião

Reafirmar a identidade da Democracia 

A Reforma do Estado ao nível das Autarquias Locais está na ordem do dia, com a publicação do livro verde da Reforma da Administração Local. Desde reduzir substancialmente ou agregar Freguesias, Câmaras Municipais, eleitos ou técnicos, muitas são as propostas, algumas correctas, outras nem tanto, outras ainda vistas somente à luz da máquina de calcular. 

É importante que, friamente, se debata o modelo autárquico actual, e se encontre soluções para um melhor serviço à população. Sobre exemplos que têm vindo a lume, de Barcelos com as suas 87 Freguesias ou ao concelho do Pico com 300 habitantes, não me pronuncio, que não conheço.

Analisarei, antes, a nossa realidade, o concelho da Moita e as suas 6 Freguesias. 

O concelho da Moita abrange uma área de 55,3 Km2. Analisando os dados dos Censos, realça um dado significativo: depois de anos a fio, a população ter aumentado, nota-se agora um retrocesso e mesmo um decréscimo no número de habitantes. De 2001 para 2011 o concelho passou de 67449 para 66311 habitantes (menos 1138). Destes 48,11% são homens e 51,89% mulheres.Referir ainda que pelos dados dos Censos 2011, os 66311 habitantes estão repartidos por 26176 famílias em 34739 alojamentos. 

Atendendo ao número de habitantes, não se prevê alterações no número de Freguesias. Nem tal faria sentido. Acredito que esta repartição do território concelhio é a que melhor serve a população. Os munícipes e fregueses identificam-se com a actual divisão administrativa e com as 6 Freguesias, Alhos Vedros, Baixa da Banheira, Gaio-Rosário, Moita, Sarilhos Pequenos e Vale da Amoreira. Cada uma com a sua identidade cultural própria, a sua origem, a sua história e as suas tradições. Contribuindo todas com a sua diversidade, para a identidade do concelho onde nos revemos e que temos orgulho de pertencer: somos Moitenses e somos da Moita. 

 Não será um ministro no seu gabinete no Terreiro do Paço, que alterará esta condição. A mesma situação se coloca na propalada pretensão de redução do número de vereadores ou a Executivos de Partido único. A tentação para a subversão do regime democrático é grande, escudada na desculpa da redução dos défices. O actual exemplo da Madeira do regime do Jardinista é paradigmático daquilo que não queremos multiplicado em 308 municípios. 

O papel da OPOSIÇÃO é essencial na vida autárquica e deve ser valorizado. A acção de acompanhamento fiscalizador dentro da Câmara obriga a uma maior transparência dos Serviços e dá segurança às populações que se sentem envolvidas pelos seus legítimos representantes. 

A Câmara da Moita emprega actualmente mais de 900 funcionários, dirigidos por 6 Directores de Departamento e 22 Chefes de Divisão. No actual quadro de crise económica generalizada, de quebra acentuada das receitas autárquicas, e em última análise equacionando mesmo a sobrevivência do sistema, teremos que encontrar caminhos que levem a uma maior rentabilização dos serviços e dos quadros de pessoal.

Obrigará os eleitos, em última análise, a escolhas muito criteriosas de manutenção ou procura de chefias cada vez mais empenhadas, competentes e totalmente conhecedoras e identificadas com o concelho da Moita.  

Sabemos todos que o caminho será difícil e exigirá muito de todos nós.

Certo é, que as coisas não podem ficar como estão. Tenho porém a certeza que a nível do nosso concelho a energia para dar a volta por cima será despendida por todos nós. E mais ainda, por todos aqueles que sentem a nossa Terra. 

 

Vitor Cabral

Militante do Partido Socialista

Vereador na Câmara Municipal da Moita